Treinador não pode ser intocável

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018 0 comentários

Nem 8 nem 80, qualquer ponto de vista que descambe para o extremismo tende a ser precipitado assim como na política ou diversos pontos dentro da sociedade, no futebol não é diferente. O texto a seguir não faz uma perseguição aos treinadores, pelo contrário, em favor de um planejamento que o futebol brasileiro ainda não alcançou.

No Brasil vivemos o extremo, a falta de convicção no trabalho dos treinadores que atuam no país é alarmante, em média um treinador brasileiro dura no comando de um clube de futebol no país, cerca de 5 meses e quando a conta é feita com treinadores estrangeiros, a média cai para 4 meses de trabalho. Isso mostra o quanto a falta de planejamento marca a maioria das diretorias do futebol brasileiro que em sua maioria contratam um técnico baseado na disponibilidade do profissional, custo, histórico com o clube, por mais que não seja tão recente, e dificilmente pela sua proposta de jogo, se condiz financeiramente com a realidade dos jogadores que ele pode indicar, ou de acordo com as características dos jogadores já disponíveis no elenco.

Treinador passou cerca de dois meses com esquema improvisado por opção. Foto: Willians Aguiar/ Sport Recife















No entanto, como dito no primeiro parágrafo, nenhum extremo é saudável. Nenhum treinador pode ser intocável e por mais que consideremos uma média de cinco meses, pouco tempo, isso é tempo suficiente para o time mostrar um melhora tática e caso uma equipe não consiga demonstrar uma melhora nesse espaço de tempo, este trabalho deve ser repensado algumas vezes antes de lhe ser dado prosseguimento e outros campeonatos durante a temporada sejam colocados em risco por conta de um trabalho que não está evoluindo. Entendam evolução como diferente de resultado. Exemplo: O técnico Ney Franco passou cerca de dois meses a frente da equipe do Sport no ano passado, insistindo em um esquema com Rithely na meia de armação e com Diego Souza jogando na ponta direita, o resultado um esquema tático que não se encontrou, durante todo seu período enquanto treinador na Ilha do Retiro, pois Rithely de meia não conseguia criar como um meia oficio e o Diego Souza não se encontrou nessa posição, comprometendo todo o lado direito do Sport na época. Também ano passado, Givanildo Oliveira foi demitido depois de pegar a equipe do Santa na 12ª colocação e deixar na 17ª com seis derrotas consecutivas, sequencia levou o santa a partir dali, começar brigar na parte debaixo da tabela. Em 2008, o técnico Pintado foi contratado pelo Náutico na série A, e foi demitido sem conseguir vencer nenhum jogo durante sua passagem com 5 derrotas e 1 empate, sequencia quase rebaixou o Náutico para segunda divisão, onde conseguiu escapar na última partida pelo treinador subsequente, Roberto Fernandes naquela partida fatídica contra o Santos na Vila Belmiro. Se nesse último exemplo a passagem sem vitórias esboçou uma reação rápida por parte da cúpula alvi-rubra, em 2012, a diretoria do Sport teve mais paciência com o então técnico Vagner Mancini, que em 15 jogos, precisou de 12 sem vitórias para demitir o treinador, a sequencia negativa de quase um turno sem vitória praticamente rebaixou o time naquele campeonato.

A falta de critérios técnicos ligados diretamente a realidade financeira e elenco dos clubes é um dos principais fatores para que esse "cai cai" de treinadores perdure da forma que está. Nesse caso, culpa das diretorias dos clubes. No entanto, poucos são os treinadores que não exitam em assinar o primeiro contrato "gordo" que lhes aparecerem pela frente e acabam pegando clubes onde se parasse um pouco para analisar antes de assinar, como; pesquisar o tempo dos treinadores anteriores a ele, realidade financeira do clube, tempo que ele teria disponível pra realizar um trabalho, qual plantel ele já tem em mãos para começar a trabalhar etc, faria com que as coisas corressem dentro de uma margem maior de acerto, mas como isso dificilmente é analisado pelos técnicos de futebol, o trabalho ganha uma probabilidade de fracassar maior e a demissão se torna previsível.

Culpa das diretorias por não analisar os treinadores que trazem, pois técnico nenhum pede para ser contratado, mas tem também uma parcela de culpa para os treinadores que fazem muito pouco ou nada, para que essa rotatividade entre os próprios treinadores possa diminuir, no entanto demonstrar evolução durante o trabalho é essencial para a vida de um técnico a frente de um clube, só lembrando, evolução é diferente de resultado.

A história se repete: culpado ou injustiçado?

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018 0 comentários

Foto: David Souza

Qualquer semelhança com o cenário político vivido no Brasil nos últimos anos com o visto atualmente no Sport não é mera coincidência. Se a ex-presidente Dilma Rousseff foi eleita graças ao capital politico do também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o mesmo podemos dizer do atual presidente Arnaldo Barros. Pois teve como principal cabo-eleitoral o ex-presidente João Humberto Martorelli. Os dois desfrutaram de gestões anteriores que tiveram bom desempenho e aceitação mediante aos cidadãos no caso do Brasil e aos sócios no caso do time Rubro-Negro.

No âmbito financeiro, o País atravessava uma crise sem precedentes, agravada pelo aumento da dívida externa e consequentemente perda da credibilidade com os investidores externos.  Pois os investidores não queriam aplicar o capital em uma nação que não tinha transparência e que teve nota rebaixada por agências que mediam o risco de crédito, o qual indica o nível  de bom pagador. No Sport, o mandatário do clube vive a maior crise de sua gestão - que vem sendo marcada por uma série de polêmicas, como salários atrasados, desmanche da imagem de bom pagador que o clube tinha construído nos últimos 10 anos e dividas referentes à aquisição dos direitos federativos de alguns atletas. Além disso, as promessas e os discursos progressistas realizados pelos mandatários esbarraram na dificuldade de implantação e ficaram apenas no palanque.

No que tange ao relacionamento, as duas gestões possuem algumas similaridades. Na era Dilma, era perceptível o clima insalubre entre a imprensa e a presidente. Com Arnaldo, empatia não é das mais altas, porém o clima entre as duas partes é estritamente profissional. Um dos problemas cruciais do governo Dilma Rousseff foi à falta de articulação política com os líderes da Câmara e do Senado, o que culminou com o acatamento do pedido de impeachment e o julgamento célere. No caso de Arnaldo Barros, a saída da Copa do Nordeste, o impasse com jogadores importantes do elenco, o distanciamento das principais lideranças do clube e a eliminação vexatória na Copa do Brasil para o Ferroviário-CE - além do que já foi pontuado - foram determinantes para a formalização de solicitação de  assembleia geral para analisar a possibilidade de impeachment do presidente do executivo.

Se Arnaldo Barros será deposto ainda é cedo para dizer, mas o ano de 2018 ficará marcado na história do Sport Club do Recife. 

Náutico e a boa chance para "renascer"

sábado, 17 de fevereiro de 2018 0 comentários

Pois bem, o começo de 2018 tem sido animador para o torcedor alvirrubro.
Time é o líder do Campeonato Pernambucano, avançou nos três mata-matas
que disputou (dois pela Copa do Brasil e um pelo Nordestão) no qual em
todos conseguiu uma quantia financeira importantíssima para ajudar a tirar o
clube o mais rápido possível da Série C. 
Nesse texto, acho de extrema importância citar duas coisas sobre a diretoria
alvirrubra:

1 - Pra começar, temos que lembrar o primeiro semestre da temporada
passada. O Náutico mais uma vez não venceu o estadual, e chegou à Série B
precisando fazer vários ajustes salariais. Quem não lembra a tentativa da
diretoria reduzir o salário de jogadores de renome como Marco Antônio,
Rodrigo Souza, Giovanni, entre outros? Acredite, pra mim, aquilo foi um
ponto positivo e vou explicar porquê. 
Naquele momento a diretoria demonstrou que precisava ser honesta com os jogadores 
e com sua torcida, revelando exatamente o que poderia e não poderia pagar. Diferente dos
casos de Sport e Santa Cruz, no qual estão devendo salários a jogadores e
funcionários. Mesmo com tanta limitação financeira, o Náutico em 2018,
apesar de estar mal na Copa do Nordeste, já conseguiu faturar uma grana
muita alta por causa da classificação contra o Itabaiana, ou mesmo das contra
Cordino e Fluminense de Feira, na Copa do Brasil. Se a diretoria permanecer consciente como se mostrou em 2017, a tendência é que o Timbu tenha um
time muito forte para conseguir o acesso já nesse ano. 

2 - O segundo ponto que se deve mencionar é não colocar o Pernambucano acima
de tudo. Acho sim que a equipe alvirrubra possa vencer o estadual esse ano,
mas, e se não acontecer? O planejamento não pode acabar de um dia para o
outro. Basta voltar no tempo e lembrar-se de 2016, quando o Náutico
terminou líder o hexagonal do título, porém foi derrotado na semifinal contra
o Santa Cruz, em plena Arena de Pernambuco. Na ocasião, o treinador era o
Gilmar Dal Pozzo, no qual foi demitido logo após a eliminação naquela
competição. 



O timbu precisa lembrar que o objetivo principal é voltar pra Série B. Se o
Pernambucano vier, maravilha, já está mais do que na hora. Contudo, a
tendência é que na competição nacional o Náutico já esteja de volta aos
Aflitos, a verdadeira casa alvirrubra, onde é muito difícil de vencê-lo. Esse
início de ano está sendo animador, e a diretoria parece acertar nas tomadas de
decisão por enquanto. E que seja assim durante todo 2018. Esperamos que no
final o torcedor esteja comemorando a volta pra segunda divisão, no qual ainda
assim, não é o lugar onde o Náutico merece estar. 

Texto: Bruno Noblat

Afinal, a violência é do ou é no futebol?

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018 0 comentários

Uma simples preposição pode fazer toda a diferença, mas a resposta é fácil. Se por acaso a violência for do futebol, ou seja, proveniente dele, quer dizer que a causa da violência está diretamente ligado a pratica e vivencia do esporte. Já quando se afirma, que a violência é no futebol, estamos colocando a violência como um problema geral e que atinge o futebol e outros setores da sociedade também. Qual seria a colocação mais coerente a se fazer? Vamos aos fatos.

Segundo dados do ministério da Justiça, o Brasil é o país líder em violência contra as mulheres (1 a cada 15 segundos é agredida), contra os gays (129 mortes e agressões por dia), crianças e deficientes (mais de 17 mil denúncias de maus tratos), no trânsito (40 mortes e mutilações por dia) além de ser o país líder mundial em homicídios, estamos no país em que acontecem 10% dos homicídios registrados no planeta. A pergunta é, teria como o futebol brasileiro fugir desse contexto? No entanto por mais incrível que possa parecer, no futebol, a prática de violência entre torcidas organizadas embora crescentes, são inferiores aos números da violência geral no país. Sendo mais exato, a violência praticada por vândalos corresponde apenas entre 5% e 7% das T.Os. 

Os fatos nos mostram que o problema da violência é um problema social, ou seja, é dever do estado investir de maneira forte na segurança do país punindo as pessoas. Medidas que colocam a culpabilidade na vivência do esporte além de equivocadas, pouco se viu surtir efeito como proibição determinadas torcidas de entrarem nos estádios, jogos de torcida única, proibição de bandeiras, faixas e instrumentos, coisas que fazem parte da cultura torcedora do nosso país se mostraram fracassadas. Aqui em Pernambuco por exemplo, onde as três principais torcidas estão banidas dos estádios desde 2014, os conflitos continuam ocorrendo do lado de fora dos estádios. Outro exemplo foi o incidente que ocorreu no Rio de Janeiro, após o final da Copa Sul-americana, onde o caos generalizado, tomou conta dos arredores do Maracanã, mesmo com a Torcida Jovem do Flamengo está banida por três anos de frequentar os estádios. Ninguém pôde ser punido, porque na teoria, a torcida "responsável" pelo incidente está proibida de frequentar os estádios.

Foto: Márcio Alves / Agência O Globo


A única maneira de coibir a violência é com a punição por CPF, ou seja, diretamente a pessoa que pratica os atos de vandalismo, como em qualquer outro ato de transgressão da lei, baseada na experiencia de outros países que conseguiram atuar de forma positiva na redução da violência que atinge o futebol.

Para concluir, fica a pergunta:No dia que por uma canetada qualquer, acabarem com o futebol, essas pessoas que praticam esses atos de vandalismos, vão parar de transgredir?


A dificuldade de propor jogo no futebol atual

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018 0 comentários

Foto: Globo Esporte
Tenho certeza que a maioria que acompanha o futebol brasileiro e mundial deve adorar a forma que times como Real Madrid e Barcelona jogam. Sempre com maior posse de bola, futebol ofensivo, quebrando linhas de defesa com tabelas e jogadas individuais maravilhosas. Pois bem, Barça e Real tem qualidade pra isso, mas e no futebol brasileiro? No futebol pernambucano pra ser mais exato? Vamos tentar encarar a realidade da situação.



No futebol de antigamente, anos 50 ou 60, a formação tática era a 4-2-4. Estratégia que deixava a partida muita aberta e vários jogos com muitos gols. Tanto que a minha impressão quando criança é que antigamente o placar no qual mais se repetia era o 5x2. É, meio patético, mas é verdade. Então, o tempo foi passando e a prioridade da defesa aumentando. Foram surgindo novos esquemas: 4-3-3, 3-5-2, e o 4-4-2 que dominou o fim dos anos 90 e o começo dos anos 2000. Época na qual eu comecei a acompanhar futebol. Quatro jogadores na defesa, dois volantes, dois meias e mais dois atacantes na frente. Sempre imaginei que seria isso. Contudo, o tempo passa, as coisas evoluem, e o pensamento na defesa vem sendo peça principal para vários times no Brasil e no mundo. Exemplo claro que o atual campeão Brasileiro (Corinthians) na ampla maioria dos jogos tinha menos finalizações, menos posse de bola, e mesmo assim vencia seus adversários.

Hoje em dia a maioria dos times jogam no 4-3-3 ou no 4-2-3-1 como queiram chamar. Mas, todos quando estão sem a bola, marcam com duas linhas de quatro, fazendo um 4-4-2 defensivo, ou um 4-1-4-1, que quando bem executado, dificulta a vida de todos que tentam os atacar. E então, parece que jogar no contra-ataque, esperando uma jogada que pegue a equipe desprevenida, vem trazendo mais sucesso que o normal.

Vamos parar de enrolação e trazer o texto pro nosso futebol pernambucano. Náutico 3x0 Sport na Arena de Pernambuco recentemente. Mesmo em casa, o Timbu aceitou que tinha que se defender. Fez isso muito bem e quando teve as chances aproveitou. Conseguindo uma goleada que não conseguia contra o rival há muitos anos. E foi no contra-ataque. Outro jogo para falarmos nesses últimos dias é Santa Cruz 3x0 Treze. O time tricolor em casa tentou propor jogo e conseguiu fazer 1x0 cedo. Passando o resto da partida esperando o adversário. E com isso, conseguiu outros dois gols, nos quais poderiam ter sido até mais.

Aonde eu quero chegar com isso tudo? Que a cultura do futebol mudou. A do brasileiro também. Poucos são os torcedores que gostam e aceitam de ver seus times jogando com menos posse de bola e finalizando menos. Porém, as vezes vai ser assim. Talvez, até a maioria das vezes. Não vejo no Brasil e muito menos em Pernambuco um time que jogue tanto dentro como fora de casa indo pra cima, sendo mais ofensivo que o adversário em todo jogo. Por isso, tem que ter paciência e aceitar as limitações das suas equipes. Hoje, felizmente ou infelizmente, não está sendo importante no futebol "jogar" melhor, mas sim "executar" seu plano de jogo e aproveitar quando as chances surgirem. Muitos não são a favor desse estilo de jogo, só que está claro que os times pernambucanos jogaram muitas vezes assim durante toda suas trajetórias.
Texto por: Bruno Noblat

Apesar dos lucros, CBF prefere viver na idade da pedra do futebol

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018 0 comentários

Dessa vez a CBF conseguiu. Fez o que ela faz de melhor, tentar tirar de si o foco das aberrações do que acontece no futebol brasileiro, coisa que nem sempre consegue, mas dessa vez logrou êxito. Na última segunda feira, a implantação dos árbitros de vídeo para o campeonato brasileiro de 2018 foi vetada pela maioria dos clubes causando rebuliço, além de colocar os 12 clubes como os "guardiões retrocesso" por terem votado contra a implementação desse sistema nos moldes propostos pela CBF. Com 12 votos contrários (Corinthians, Santos, América-MG, Cruzeiro, Atlético-MG, Atlético-PR, Paraná, Vasco, Fluminense, Sport, Vitória e Ceará), e 7 votos a favor (Bahia, Botafogo, Chapecoense, Flamengo, Grêmio, Internacional e Palmeiras) e 1 abstenção (São Paulo), foi revogada a medida que com certeza aumentaria o nível de credibilidade do principal campeonato nacional.

Alegando prejuízo de 20 milhões com o campeonato brasileiro, (Fonte ESPN) a CBF, entidade sem fins lucrativos que lucrou cerca de 600 milhões de reais só nessa década, repassou aos clubes os custos do VAR ( Vídeo árbitro), os gastos girariam em torno de 45 a 50 mil reais por partida para os clubes, que dentro outros, já são responsáveis por outros gastos nas partidas como pagamento de toda a comissão de arbitragem, pagamento para as federações de uma parte das rendas ( valor varia por federação), e custos fixos como fiscais, funcionários, policiamento, anti-doping, ambulância etc. Com a implantação, o custeio de realizar uma partida poderia chegar a 100 mil reais por jogo aos clubes, que poderia afetar principalmente as agremiações que prezam por ingressos a preços acessíveis para os torcedores e também aos clubes que tem uma média considerada baixa de torcedores por partida.


Receitas da CBF desde 2009 (Foto: BDO Brazil)


Contrariando por exemplo os números da FIFA que registrou em 2016 prejuízo de US$ 369 milhões,  esse foi um dos ano mais superavitários da CBF, como mostra no imagem tanto em patrocínios quanto em direitos de transmissão, ano inclusive mais rentável que 2014, quando a Copa do Mundo foi sediada aqui no Brasil e a previsão para 2017, pasmem, é bater a receita de inacreditáveis 1 bilhão de reais, a maior da história da CBF em um ano.

É amigos, esta é a entidade que se omite de qualquer participação nos custos junto aos clubes da implementação e manutenção do sistema de árbitros de vídeo. O balanço financeiro de 2017 será divulgado ainda esse ano.
                                     
Expectativa do balanço financeiro 2017 é que receita alcance 1 bilhão de reais (Foto: BDO Brazil)

Impressionante como o futebol consegue dentro do seu universo ser um reflexo do que acontece no país, são os retrocessos sociais, e retrocessos no futebol. Se por um lado temos o primeiro presidente ficha suja da história do país, por outro, temos um presidente da CBF que não sai do país por já ser investigado em outros países, se o atual governo tem tomado medidas que retrocedem cada vez mais a vida dos brasileiros, por outro, vemos a CBF se omitindo em decisões como essa que poderiam trazer algo que há muito tempo falta no futebol brasileiro. Credibilidade.

É amigos, eu também gostaria que o futebol fosse um país a parte, onde o espirito esportivo, coletivo e tantos outros que fazem desse o melhor esporte do mundo reinasse, eu moraria nele.

Escrito por Mateus Lopes


 
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