Ney Franco faz mistério para jogo contra o Santa Cruz

sexta-feira, 28 de abril de 2017 0 comentários

Ney Franco deve ter mais uma dor de cabeça para o setor de ataque no jogo de amanhã contra Santa Cruz ás 18:30 na Ilha do Retiro pelas semifinais da Copa do Nordeste. Além de não contar com Rogério, que levou o terceiro carto amarelo na partida contra o Campinense, Ney não poderá contar também com o atacante Leandro Pereira, que sentiu dores no joelho direito ainda na partida contra o Joinville pela quarta fase da Copa do Brasil, sendo uma opção a menos para o técnico, já que atualmente o atleta não é titular. 

Além desses dois atletas o zagueiro Ronaldo Alves segue de fora, que ainda sente dores musculares e como não entrou em campo para treinar nesta sexta feira, deve seguir de fora, já o zagueiro Henríquez voltou a treinar e voltar a ser opção, depois de duas partidas no departamento médico. No entanto a maior dúvida - ou não, Ney franco faz mistério - do técnico rubro-negro é quem será o substituto do atacante Rogério, títular absoluto na temporada e artilheiro do Sport ao lado de Diego Souza com 8 gols no ano. A provável escalação do Sport para a decisão de amanhã, Magrão, Samuel Xavier, Durval, Mateus Ferraz(Henríquez) e Mena; Fabrício, Ronaldo e Rithely, Diego Souza, Lenis e André(Juninho).

Foto: Paulo Paiva

Greve encerrada: Direção do Náutico age rápido e contorna suspensão das atividades

quinta-feira, 27 de abril de 2017 1 comentários

Foto: JC Imagem

Depois do comunicado dos atletas informando a suspensão imediata das atividades, a diretoria do Náutico montou um gabinete de crise para rapidamente tentar negociar com os jogadores e funcionários sobre os salários atrasados. O presidente Ivan Brondi prestou alguns esclarecimentos ao elenco e funcionários do clube e ficou definido que a programação está mantida e irá acontecer normalmente nesta sexta-feira (28), no CT Wilson Campos.

Entenda o Caso

Com salários atrasados - o grupo não recebeu fevereiro, março e abril, além da quantia relativa aos direitos de imagem de janeiro, fevereiro, março e abril - os atletas alvirrubros liderados pelo capitão Marco Antônio anunciaram a suspensão das atividades no Clube Náutico Capibaribe, na tarde desta quinta-feira (27), no CT Wilson Campos.

"Estamos aqui para expor e falar diretamente a quem interessa para a gente que é o torcedor. Tentamos com todas as forças classificar o time e agora que acabou o campeonato estávamos esperando uma posição da diretoria em relação à situação financeira do clube. Não vamos a campo porque queremos alguma posição da diretoria em relação aos salários. Temos visto entrevistas de diretor falando sobre contratações, em trazer mais jogadores e a gente aqui já está em situação dificílima. Por isso, viemos falar para o torcedor que da nossa parte nunca falou empenho e dedicação e às vezes pagamos pelo o que acontece fora de campo. Espero que o Náutico deixe o lado político de lado e pense no escudo do clube”, declarou Marco Antônio.

Se a situação é crítica para os jogadores que chegaram em 2017, para os remanescentes da temporada passada o cenário é mais delicado. Pois os que permaneceram no clube fizeram acordos, cada um ao seu modo para que os atrasados de 2016 fossem quitados. Para o meio-campista, não atual conjuntura não há espaço para a realização de contratações para o fortalecimento do plantel para a disputa da Série B, enquanto os atletas que já estão na "casa" sofrem com os salários atrasados.

"O Náutico é uma instituição de 116 anos e a instituição não tem que pagar por algumas gestões que passam aqui e acabam usando esse artificio de forçar o atleta a acionar a justiça para enfim receber. A gente só não desceu ao campo para de alguma forma tentar alguma posição da diretoria com relação ao que vão fazer com esses salários atrasados, porque a gente tem visto entrevista de diretor falando em contratação, trazer mais jogadores e a gente já está em uma situação dificílima", afirmou o capitão.

O técnico Milton Cruz acompanhou com certa distância toda a reivindicação dos jogadores ao lado do auxiliar técnico Ivan Tozzo no fundo do auditório e, evitou se pronunciar sobre o tema.

Programação da semana:

28/04 - 15h30 - CT Wilson Campos
29/04 - 08h30 - CT Wilson Campos

Darlan ressalta volta por cima no Náutico e foco no Santa Cruz

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Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press
Considerado um "pitbull" em campo, Darlan se notabilizou ao longo da sua carreira por ser um jogador viril e de muita marcação. Por ser um jogador que busca o desarme sempre está em rota de colisão com os adversários e, isso lhe trouxe a fama de indisciplinado, devido ao excesso de cartões amarelos e vermelhos. No Náutico o meio campista após um início ruim, vive um momento diferente na sua trajetória, além de mostrar mais eficiência nos lances defensivos, o atleta tem apresentado evolução em alguns fundamentos básicos, como o passe.

Com a lesão de Rodrigo Souza, o técnico Milton Cruz tem recorrido a Darlan para executar a função de ficar mais à frente da defesa para realizar as compensações defensivas e também ser o construtor das jogadas quando o Náutico detém a bola. E caso seja escolhido pelo técnico mais uma vez, Darlan garante está preparado para assumir a titularidade.  

"Na minha primeira atuação não correspondi e procurei trabalhar ao máximo para ajudar o grupo. E como o Rodrigo (Souza) está machucado, o Milton Cruz vem apostando em mim e estou correspondendo. Tenho trabalhado todos dias, respeitando todos os jogadores da posição, mas se ele (Milton) precisar de mim estarei pronto", ressaltou.

Após a não classificação para a final do Pernambucano, o Náutico quer esquecer mais um insucesso na temporada e se mobiliza para a disputa do terceiro lugar para ao menos diminuir os prejuízos. Para o meio-campista o foco tem que ser total nesses dois jogos contra o Santa Cruz, pois além de ser um clássico, a conquista do terceiro lugar do Estadual garante a disputa de duas competições importantes no calendário regional e nacional e uma possível receita futura ao clube. 

"O duelo contra o Santa é um confronto à parte e no momento pensamos apenas em ganhar  deles. Agora é disputar o terceiro lugar para conquistar uma vaga na Copa do Nordeste e na Copa do Brasil, pois é um dinheiro a mais que entra no clube. E este ano deixamos a desejar saímos das competições muito rápido", explicou Darlan.

Jogando com um a mais, Sport perde fora de casa

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E pelas 8ª de finais da Copa do Brasil, o Sport foi até o Rio de Janeiro enfrentar a equipe do Botafogo, perdendo pelo placar de 2x1. Com o resultado o Sport volta pra Recife precisando vencer pelo placar mínimo de 1x0 que garante a classificação, o placar de 2x1 vai pra penaltys e qualquer outra vitória por um gol de diferença da classificação ao time carioca. O jogo de volta acontece apenas dia 31 de maio na Ilha do Retiro.

O jogo começou com o Botafogo se lançando ao ataque, mas o Sport bem postado conseguia filtrar as jogadas do time alvi-negro, mas no primeiro lance de ataque do Sport saiu o gol, aos 8 minutos Samuel Xavier toca para Lenis que devolve na medida para o lateral que acerta um chute lindo de fora da área, 1x0. O Botafogo embora seguisse com mais posse de bola, não conseguia converter em lances de perigo. Aos 14 minutos Camilo bate bela cobrança de falta, Magrão defende. Aos 27, Emerson Silva sobe na área e cabeceia, levando perigo. Aos 41 minutos, o zagueiro botafoguense Emerson Silva faz falta em Fabrício, leva o segundo amarelo e é expulso. O lance muda a história do jogo, o Sport que até então esperava recuado a equipe da casa e jogar no contra-ataque, com um mais começa a ter mais a posse de bola, levando o Botafogo a explorar o que sua equipe sabe explorar é a saída rápida para o ataque.

Com um a menos, o Botafogo começou a jogar no erro do Sport, e eles aconteceram. Aos 11 minutos Rithely cochila, Airton toma a bola e passa pra Guilherme, que frente a Mateus Ferraz corta para a direita e chuta no canto de Magrão, 1x1. Aos 22, Riithely de fora da chuta forte, Gatito espalma para escanteio. Aos 24 Sport tem a chance mais clara para voltar a frente do marcador, André entra na área e é derrubado por Emerson Silva, Diego Souza parte para a cobrança, mas Gatito defende, a bola ainda bate na trave. Aos 28 lance de perigo do Botafogo, Victor Luis cruza bem, Emerson Silva sobe no meio da área e cabeceia com muito perigo. Aos 36 Mateus Ferraz emenda de primeira na área e chuta na trave, quase o segundo do Sport. Mas aos 37 o castigo, André erra passe no meio campo, que da novo contra-ataque e de novo a bola cai nos pés de Guilherme que dessa vez com o pé esquerdo chuta no alto da barra, era virada do Bota, 2x1 dando números finais a partida.

FICHA DO JOGO

BOTAFOGO:  Gatito F. Emerson Silva, Joel Carli(Marcelo), Emerson, Airton(Mateus F.), Victor Luis, Guilherme, Bruno Silva, Sassá, Camilo(Pimpão) e João Paulo

SPORT: Magrão, Samuel X., Durval, Mateus Ferraz, Mena, Fabrício(André), Ronaldo(Rodrigo), Rytheli, Diego Souza, Rogério e Lenis(Everton Felipe).

GOLS: Guilherme(2) Botafogo; Samuel Xavier, Sport

PÚBLICO: 10.455 torcedores

Foto: André Durão

Opinião: Caso "Rodrigo Caio", como não cair no esquecimento?

terça-feira, 25 de abril de 2017 0 comentários

Na partida entre São Paulo e Corinthians, houve um lance que repercutiu mais que o próprio resultado da partida. Aos 40 minutos do primeiro tempo, Rodrigo Caio assumiu ter sido o responsável por um toque na coxa do goleiro Renan Ribeiro e livrou o rival Jô de um cartão amarelo que o tiraria do jogo da volta. O lance rendeu muitos elogios por parte da imprensa esportivas, torcedores de outros clubes, e inclusive do atacante Jô (que na primeira rodada do campeonato paulista sofreu um penalty duvidoso, e perguntado pelo repórter se "Foi pênalti ou malandramente?" Jô respondeu, sorrindo: "Os dois um pouquinho. Tem que ser sincero" na vitória do Corinthians sobre o São Bento), que parabenizou o zagueiro, mas em nenhum momento falou que o empurrou causando o choque do zagueiro com o goleiro, por outro lado houve uma certa descontentamento por parte de companheiros de equipe, do treinador Rogério Ceni e de partes da própria torcida.

Foto:  Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Mas por que uma atitude como esta, ganhou tanta repercussão e rasgados elogios por parte da imprensa e torcedores, que embora não economizem elogios ao atleta, se calam ante vários outros episódios nada honestos dentro do esporte e fora dele, como por exemplo: quando um dirigente de um clube se alia a federação a troco de regalias, quando o clube sonega renda dos jogos, as federações que todo ano rasgam o estatuto do torcedor que determina que o regulamento se mantenham por pelo menos 2 anos consecutivos. Quantos tocam nessa ferida? Discutir o caso “Rodrigo Caio” não implica em criticar o atleta, que sem dúvidas teve uma atitude honestíssima, e do ponto de vista ético, a atitude foi perfeita, no entanto no futebol existe todo um entorno do contexto, em relação ao jogador (que é o que tem que tomar decisão mais rápida e ainda mais sobre pressão de todos que estão envolvidos no jogo), que não pode ser ignorado como, a relação jogador-torcida, jogador-time adversário, jogador-companheiros de time, jogador-diretoria.

O campeonato pernambucano de 2012 é um dos mais fiéis retratos que exemplifica o contexto ao qual estamos falando. Em 2012, no clássico entre Náutico e Santa Cruz nos Aflitos, o resultado final de 2x2 foi devido a um pênalti inexistente marcado a favor do Náutico aos 47 minutos do 2º tempo, também nas semifinais daquele ano, Sport e Náutico se enfrentavam nos Aflitos, quando o jogador Renê do Sport que já tinha cartão amarelo deu um carrinho criminoso, digno de outro cartão amarelo,  que acarretaria sua expulsão aos 19 minutos do 1º tempo, que não foi aplicado pelo árbitro, tendo obrigado Mazola, a substituir imediatamente o lateral. Na final do campeonato do mesmo ano, Sport e Santa Cruz se enfrentaram na Ilha do retiro, quando Branquinho totalmente impedido faz o primeiro gol da partida, que terminaria vencida pela equipe coral por 3x2 e com o título.


Em comum todos os clubes vieram a ser beneficiados e prejudicados, no entanto, as diretorias dos clubes reclamaram quando foram prejudicadas e nada relativo quando foram beneficiados, os torcedores que fazem parte desse entorno, da mesma forma comemoraram o resultado mesmo sendo injustamente beneficiados e reclamaram quando prejudicados. O que aconteceu? Nada! Ficou por isso mesmo. Será que não soa um pouco injusto, cobrar uma atitude ilibada apenas dos atletas? E isso não é uma particularidade do futebol, nas modalidades olímpicas, MMA inúmeros são os casos de doping, na fórmula 1, as equipes tentam burlar o regulamento desde 1950, e tudo forma deliberada com intenção de tirar vantagem. A verdade é que o esporte sempre esteve marcado por atitudes desonestas, baixas onde na maioria das vezes a lógica que prevalece é a dos “meios justificam os fins”, um vale tudo pelo resultado final.

O esporte e em especial o futebol que além de ser um esporte coletivo se difere de outros pelo seu fanatismo e uma demasiada pressão externa, envolve uma série de questões que impossibilitam fazer analogias como alguns vem fazendo por exemplo com a situação política que o país atravessa e comparações com situações do cotidiano e rotulando de desonesto os jogadores que em frações de segundos, decidiram por não tomar decisão que o Rodrigo Caio tomou. Um exemplo disso é o jogador italiano Paollo Di Canio, que era idolatrado por torcedores da ala de ultradireita da Lázio, que quando atuava, comemorava alguns dos seus gols com a saudação nazista( jogador que tinha simpatia por Mussoline e ostentava uma tatuagem em homenagem ao mesmo) e quando perguntado sobre suas comemorações o mesmo afirmou “Sou fascista, mas não racista”, jogador este que quando atuou pelo West Ham da Inglaterra ganhou o prêmio Fair play, por ter protagonizado um lance marcante, em que o goleiro da equipe do Toffees, Paul Gerrard, lesionou-se e o atacante, que já estava de frente para o gol, pegou a bola e interrompeu o jogo para que o atleta rival fosse atendido, veja, o mesmo jogador que se denominava um fascista...

Por isso que é preciso não confundir as duas coisas, ou seja, uma atitude honesta no futebol, ou desonesta, não configura como uma pessoa ser honesta ou não fora dele, onde as tensões acabam inferindo na reação do atleta como incertezas se o ato de honestidade terá retribuição quando o lance acontecer a seu favor, e a própria arbitragem que por um erro mesmo sem intenção, pode pôr tudo a perder e o atleta se sentir injustiçado por ter agido de maneira ética. A pergunta é, será que todos que estão inseridos no contexto do esporte, estão preparados para que atitudes como esta se tornem corriqueiras? Os cartolas, as federações, a imprensa, os jogadores e até os próprios torcedores, de demonstrar o espirito esportivo que o Rodrigo Caio demonstrou? Caso contrário, este foi um ato que tende a cair infelizmente no esquecimento. 

Santa é eliminado e vai disputar terceiro lugar do estadual

sábado, 22 de abril de 2017 0 comentários

Santa Cruz é eliminado pelo Salgueiro no sertão
O Santa Cruz comandado por Eutrópio entrou jogando de forma recuada talvez um pouco com o regulamento debaixo do braço fez um primeiro tempo com poucas oportunidades apenas marcando com eficiência a equipe do sertão.
O Salgueiro entrou em campo sabendo que precisava reverter a situação perdida no Arruda por 1 x 0. Um Santa Cruz que vivia apenas de bola parada de Anderson Sales na competição mais cedo ou mais tarde ele se veria em apuros, bem foi exatamente isso que aconteceu no segundo tempo para ser direto o treinador do Salgueiro mexeu bem colocando Jean Carllos na equipe ele que foi um dos autor dos gols do Carcará, o outro tento foi marcado por Rodolfo Potíguar jogador destaque da partida anulando o meio campo coral, jogando em seu campo o Salgueiro se impôs para pressionar os corais jogando 30 minutos praticamente no campo do adversário, tanto é que Aleff Puitbul ficou isolado no campo de ataque, sem subidas dos laterais não havia ninguém para ajudar no apoio ofensivo, no fim do jogo o Santa Cruz ainda teve uma chance de bola parada com  os especialista Anderson Salles, porém Mondragónn fez uma incrível defesa, apito final e Salgueiro classificado para a decisão do estadual 2017.
Ficha Técnica:
Santa Cruz: Julio Cesar,Vitor,Bruno Silva,Anderson Sales,Tiago Costa; Davi,Gino Pereira e Tomas, Pitbull e Everton Santos.

Salgueiro : Mondragon, M. Tamandaré(Jean Carlos),Ranieri,Luiz Eduardo,Daniel Nazaré,Moreilandia, Rodolfo Potíguar(Vitor Caico), Totty,Valdeir,Alvaro e Willian Lyra.
Foto:
Marlon Dias

Sport tem maratona de decisões pela frente

quinta-feira, 20 de abril de 2017 0 comentários

Em quatro competições, estadual, nordestão, Copa do Brasil e Sulamericana, não é só o Sport que tem encontrado dificuldades em adaptar seu calendário ao alto número de jogos. Com a passagem de ontem de fase na Copa do Brasil, em cima do Joinville, rendeu ao Sport além da bela premiação de 1 milhão de reais, mais decisões o um calendário super confuso ao leão que teve de sofrer modificações pegando o torcedor de surpresa. Confira torcedor. 

As partidas das semi-finais do nordestão entre Sport x Santa Cruz, que iriam acontecer nos dia 26 e 30 de abril, não acontecerão mais, isso porque no sorteio das datas de enfrentamento da Copa do Brasil entre Botafogo e Sport, caíram para o dia 26 de abril e 31 de maio, sendo assim, a partida de ida da Copa do Nordeste acontecerá agora dia 29 de abril e a partida de volta para o Arruda terá data remarcada.

O Sport em sete dias, terá três decisões consecutivas por competições diferentes, o leão enfrentará o Náutico este domingo pelo pernambucano, quarta feira vai até o Rio de Janeiro enfrentar o Botafogo - detalhe é que partida de volta, acontecerá no dia 31 de maio - e próximo sábado volta a Recife para enfrentar o Santa Cruz na Ilha do Retiro pela Copa do Nordeste. O calendário que já está apertado pode sofrer mais alterações, caso o rubro-negro vá passando de fases. Mais adiante o Sport ainda terá o confronto diante o Danúbio, pela Copa Sulamericana dia 11 de maio, lá no Uruguai, e o campeonato brasileiro que começará dia 15 de maio, a Ponte Preta no Moisés Lucarelli.

Foto: Peu Ricardo


Acabou o tempo para a torcida do Náutico. É agora ou nunca!

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Foto: Diego Nigro/JC imagem

"Larguem os lápis", todos nós lembramos destas terríveis palavras nos tempos de escola. Nós a ouvíamos quando o tempo tinha acabado. E é algo similar ao que os torcedores do Náutico estão vivenciando. Faltando apenas 3 dias para a decisão contra o Sport e, precisando reverter uma desvantagem simples de um gol para levar a disputa à uma vaga na final do Campeonato Pernambucano para as penalidades, o torcedor alvirrubro vive um turbilhão de sentimentos: desde o ufanismo ao acreditar cegamente na classificação até a tristeza e a certeza de mais uma eliminação para o arquirrival. Nem tanto ao mar, nem tanto ao céu.

Ao final do primeiro embate na Ilha do Retiro que culminou com a derrota, muitos torcedores postavam em suas redes sociais "Em casa a gente conversa", fazendo uma alusão clara de que na Arena de Pernambuco o Timbu iria reverter o placar. E não estão errados em falar isso. Como mandante, o Náutico possui um aproveitamento de 62,5% - 4 vitórias, 3 empates e 1 derrota - juntando os campeonatos Estaduais e Regionais. Apesar do bom rendimento jogando nos seus domínios, sempre faltava alguma coisa para os jogadores: a torcida. Em 8 partidas na temporada a Arena nunca teve um público acima dos 5 mil pagantes. O jogo que mais se aproximou desses números foi justamente contra o Sport, onde 4.735 pessoas viram a vitória alvirrubra por 2 a 1.

Com capacidade para 45.425 lugares e uma acústica invejável a Arena tem tudo para ser um verdadeiro caldeirão e ser temido pelos adversários, mas não é o que tem acontecido. Na atual temporada o Náutico tem uma média de público de 1.788 pagantes, o que torna a Arena Pernambuco um campo neutro e se não um lugar agradável, um habitat destemido pelos adversários.

Chegou a hora da torcida alvirrubra encarnar a sua segunda pele e entoar o seu amor pelo clube durante os 90 minutos e mais os acréscimos. Chegou a hora de mostrar que ser Náutico não é uma escolha, e sim, um chamado. Chegou a hora de tornar a Arena de Pernambuco um lugar inóspito para os adversários.

O tempo está se esgotando... Pode ser o último suspiro do Timbú em busca do título Pernambucano 2017. 

Todos os caminhos levam a Arena de Pernambuco.

Ingressos


Vendas Online: www.guicheweb.com.br/nautico (até dia 22/04, às 23:59h)

>> SEDE DO NÁUTICO: <<
- 20/04: das 8h às 20h
- 22/04: das 8h às 13h

>> PREÇOS: <<

PROMOCIONAL - Até Sábado (22/04), às 12h na Sede:
> SÓCIO Sul Inferior: R$ 10,00
> Não Sócio Sul Inferior: R$ 10,00
> SÓCIO Leste Inferior: R$ 15,00
> Não sócio Leste Inferior: R$ 15,00
> SÓCIO Setor Premium: R$ 30,00
* Obs.: Apenas as categorias CONTRIBUINTE, PATRIMONIAL E TORCEDOR(A) dão direito a desconto na compra de ingressos.

BILHETERIA DA ARENA (23/04) às 11h:
- SÓCIO Sul Inferior: R$10
- Sul Inferior: R$20 (inteira) e R$10 (meia)
- Leste Inferior: R$30 (inteira) e R$15 (meia)
- SÓCIO Oeste Inferior Premium: R$25
- Oeste Inferior Premium: R$50 (inteira) e R$25 (meia)
- Norte Superior (Visitantes): R$30 (inteira) e R$15 (meia)
- Camarote SÓCIO: R$1.000 para 20 pessoas com 4 vagas de estacionamento.
- Camarote: R$2.000 para 20 pessoas com 4 vagas de estacionamento.

>> Outros pontos de venda:<<
- Carol Esportes 
- PE Retrô 
- Lojas Water 
- Restaurante Manacá

Depois de 30 anos justiça declara de novo Sport como único campeão brasileiro de 1987

terça-feira, 18 de abril de 2017 0 comentários

Nem o Flamengo conseguia mais tirar o mérito do Sport quanto ao título brasileiro de 1987, parece que o fato da FIFA reconhecer o Sport como campeão daquele campeonato, e a lembrança de que clube pernambucano foi o representante brasileiro na libertadores do ano seguinte, juntamente com o Guarani, convenceram os dirigentes cariocas mesmo depois de 30 anos depois do campeonato ter acontecido, fazendo com que o clube carioca parasse de entrar na justiça querendo o título para sí, impetrando um recurso agora no STF pela divisão do título. Não é preciso repetir, que o recurso foi novamente rejeitado.

O julgamento que saiu das mãos do Superior Tribunal de Justiça Desportiva(STJD) e foi direto para Brasília ser julgado pelo Superior Tribunal Federal(STF) - como se não houvesse nada mais importante para julgar - teve como relator do caso o ministro Marco Aurélio Melo, torcedor assumido do Clube de Regatas Flamengo, que votou contra o recurso do clube a carioca, acompanhado por Alexandre de Morais e Rosa Weber que rejeitaram o recurso do clube. Apenas o ministro Luis Roberto Barroso, outro torcedor declarado do clube carioca votou a favor do recurso pela divisão do título, sendo voto vencido.


Sport pronto para partida contra o Central

domingo, 9 de abril de 2017 0 comentários

Dando prosseguimento ao rodízio que já vinha sendo praticado por Daniel Paulista, hoje o Sport entra em campo pela 10ª e ultima rodada do hexagonal do título contra o Central no Arruda, novamente com o time considerado reserva, o técnico Ney Franco optou por continuar utilizando desse revesamento para poupar os jogadores de desgastes e possíveis contusões, essa é a 6ª vez que o Sport poupa os titulares nessa competição e 5ª, que entra com o time reserva, pois na partida contra o Salgueiro em casa, os utilizados foram os jogadores do Sub-20. Rubro negro, que caso vença a equipe centralina, será no mínimo 3º colocado, já que Santa Cruz e Náutico se enfrentam amanhã, e com a vitória ultrapassaria um dos dois times, fugindo do confronto contra o Salgueiro, que seria a terceira vez consecutiva em semi-finais, com uma eliminação para cada lado.

Para a partida de hoje, ainda sem poder contar com Marquinhos que está em fase de transição para voltar e Mansur que teve um problema dentário, Ney conta com as voltas de Lenis que voltou na partida contra o Campinense e Ronaldo que volta depois de 5 partidas lesionado, Ney Franco tem o resto do grupo a disposição para a escalação. O detalhe é, como esse rodizio tem surtido efeito, e a rotatividade de peças que eram titulares até pouco tempo como o próprio Ronaldo, Rodrigo e Leandro Pereira, hoje se encontram na reerva. O Sport entra hoje com, Agenor, Raul Prata, Mateus Ferraz, Henriquez e Evandro; Rodrigo, Ronaldo e Thalysson; Paulo Henrique, Lenis e Leandro Pereira.

Foto: Marlon Costa/ Pernambuco Press


O futebol ao proletário

sábado, 8 de abril de 2017 0 comentários

Fruto da revolução industrial, o futebol foi um dos vários resultado, dessa revolução, a rápida urbanização da Inglaterra, país berço do futebol, que entre meados de 1760 e 1820 ocasionou um enorme êxodo, as pessoas tiveram de sair de suas aldeias, onde praticavam esportes (futebol primitivo, caça, adestramento de cães), viviam e trabalhavam artesanalmente, e partiram rumo a cidade conseguir emprego em alguma industria. Ao chegar à cidade, se deparam com jornadas de 80 horas de trabalhos semanais, locais insalubres de trabalho como as minas de carvão e baixos salários, o lazer torna-se algo raro. Surge então a necessidade de achar um tipo de distração que abrangesse essas pessoas, à época a população de Londres que até a revolução industrial era de 800 mil pessoas, passou para 5 milhões em 1880. E foi dentro dessa necessidade que o futebol ganhou força, um lazer que conseguia atender a todos os requisitos de uma classe, que com pouco tempo e dinheiro poderia dispor, uma distração que instigava a atividade física, coletiva, sem regras e de fácil acesso para sua prática.

Quando começou a ser praticado, nas escolas da burguesia britânica, ainda eram considerados esporte populares e violentos, fazendo com que esses colégios proibissem sua prática, juntamente com o Rugby que também emergia. A medida no entanto não obteve êxito, pois os alunos continuavam praticando e o futebol se popularizou deixando o ambiente escolar se disseminando por entre os trabalhadores.

Historicamente o futebol sempre foi um esporte intimamente ligado as camadas mais populares e se transformou numa das principais formas de distração do operariado inglês e posteriormente o esporte mais praticado do mundo, justamente pelo seu caráter popular que tem desde o início, a ponto do historiador Eric Hobsbawn (1987) classificar o futebol como "a religião leiga da classe operária. As elites não viam com bons olhos esportes como o futebol, demonstravam mais apreço pela esgrima, equitação e caça por exemplo. Tinham o futebol como esporte praticado apenas por pessoas sem cultura, além de muito violentos e bárbaros, que de certa forma era, pois os mesmos que o praticavam, viam justamente nesse esporte uma maneira de extravasar todo o estresse do trabalho e como ainda não havia regras, virava quase um “vale-tudo” que acabava por se tornar bastantes violentos.

O tempo ia passando, o operariado inglês consolidado, criava consciência de classes, e os horários livres conquistados neste processo, eram usados principalmente para praticar esses jogos. Entretanto a violência desse esporte acabava por ocasionar várias lesões, cansaço físico, uma preocupação para a classe patronal, pois isso fazia com que a produção dos trabalhadores caísse, prejudicando seus lucros. Então, imediatamente a classe burguesa industrial junto ao estado, no intuito de deixar os jogos menos violentos, conseguiu regulamentar o esporte, criando regras, trazendo o futebol para dentro da esfera do estado. A regulamentação do futebol tornou-lhe de vez em um esporte de massa, mas por outro lado, agora nas mãos da burguesia, começou a se tornar um meio de despolitização das massas, justamente num momento em que a classe operária vinha num processo gradativo de conscientização de classes. Foi devido a regulamentação que se iniciou o processo de transição do amadorismo para o profissionalismo do esporte, ou seja, burguesia consegue mudar a mentalidade em relação ao esporte, que deixa de ser tratado como atividade de lazer ligada a melhoria da condição física e mental do individuo e passa a ser tratado na condição a mercadoria. Mudam inclusive as relações de trabalho, os primeiros times que surgiram eram formado pelas fábricas do país e os jogadores eram os próprios funcionários das empresas, emerge também a figura do operário-jogador quando trabalhadores eram contratados para trabalhar e jogar pelo time da fábrica, muitas vezes contratados por conta mais da sua habilidade mostrada em campo do que pela sua eficiência na indústria, como o caso da Blackburn Olympic, fundado por Sidney Yates, dono de uma fundição de ferro no norte da Inglaterra, primeira equipe do norte da Inglaterra e primeira composta apenas por trabalhadores a vencer um torneio, a FA-CUP de 1983.

Time do Blackburn Olympic, primeiro composto apenas por trabalhadores, campeões de um campeonato na Inglatera

Quando o futebol chegou ao Brasil por Charles Muller, o esporte ganhou força por conta apoio dos patrões que o viam como mecanismo de controlar seus funcionários, no entanto estes times logo seriam marcados por seu perfil democrático, que contrastava com o padrão imposto pela sociedade altamente segregacionista da época, pode se dizer que o processo de proletarização do futebol brasileiro teve início, graças aos times de fábricas, a partir daí o esporte deixou de ser algo branco e aristocrático, para se tornar mestiço, popular e vibrante, marcando o início de um futebol puramente brasileiro.

Torcida do Club Africain levanta faixa fazendo alusão ao futebol " Criado pelos pobres, roubado pelos ricos". Faixa que se fosse no Brasil, provavelmente teria sido proibida de entrar

Se historicamente o futebol sempre esteve unido à classe operária, hoje ele se encontra em um temeroso processo de afastamento, a “gourmetização” do futebol, tem conseguindo distanciar dos estádios o que em quase 200 anos de futebol, nada conseguiu fazer, que foi tirar as classes populares das arquibancadas. Na Tunísia, a torcida do Club Africain, em um amistoso contra o PSG, (time que é o maior símbolo desta gourmetização, comprado pelo grupo Qatar Investiment Authority, tendo como presidente, o empresário qatariano, Nasser Al-Khelaifi, que transformou o time em uma potência européia), levantou uma faixa com os dizeres “created for the poor, stolen by the rich” , "criado pelos pobres, roubado pelos ricos", outro protesto aconteceu por parte da torcida do Liverpool em jogo em casa contra o Sunderland, aos 32 minutos do 2º tempo os torcedores começaram a deixar as arquibancadas em protesto ao preço 77 libras, (R$ 436), cobrados pela diretoria do clube, detalhe que no momento em que os torcedores saíam, o Liverpool vencia por 2x0 e logo depois em 8 minutos sofreu o empate em casa.

Torcida do Liverpool protesta pelo preço dos ingressos

Fatores como o alto valor dos ingressos, da comida dentro do estádio, a elitização das arenas, o mercado altamente inflacionado dos jogadores medianos, ganhando absurdos de dinheiro, são alguns dos motivos para esse afastamento das massas, que sempre foram os mais próximos do esporte, tem causado esse distanciamento, logo do futebol a válvula de escape das classes operárias, e o esporte perdendo o que tinha de melhor, que era a magia das arquibancadas. A gourmetização do futebol, tira a identidade do esporte, são conseqüências do que chamamos de futebol moderno, onde faixas, bandeiras, instrumentos de som e até mesmo papel picado, tem perdido espaço para as celulares com câmera, cadeiras reclinadas e acesso a internet, numa infeliz elitização do futebol, que não respeita a cultura e diversidade das arquibancadas, distanciando-se de quem o fez chegar até aqui, as massas. A esperança então sobra no espírito popular e tradicional do futebol que vai resistir a todos os danos que a modernidade trouxe e tenderá a voltar para a massa que sempre esteve ao seu lado.




Sistema Tático: Anselmo é muito mais que um fazedor de gols

quinta-feira, 6 de abril de 2017 1 comentários

Foto: Léo Lemos/Clube Náutico Capibaribe

O Brasil se notabilizou por ser o país do futebol. E não é incomum ouvir torcedores repetirem exaustivamente alguns mantras antigos do futebol. Quem nunca ouviu ou falou as célebres frases "atacante vive de gol" e a outra "quem não chuta, não faz gol". E realmente, eles não estão errados. Entretanto, o futebol evoluiu. No futebol moderno não basta o atacante apenas chutar e fazer gols, tem que ter comprometimento tático com a equipe. Tem que ser mais uma peça da grande engrenagem que é um time de futebol.

O Náutico goleou o Central por 5 a 0 e Anselmo balançou as redes por duas vezes. Ele foi um dos destaques da partida não só pelos gols marcados, mas também pela inteligência tática. Ao longo da partida o atacante de 36 anos, mostrou um repertório variado de ações e comportamentos. No início da partida, observando a dificuldade do time alvirrubro na transição ofensiva e em quebrar as linhas defensivas do Central, Anselmo saiu da referência e foi buscar a bola no campo de defesa. Assim, o atacante criou mais uma linha de passe ao portador da bola - Tiago Alves -, além de causar um desajuste na marcação do adversário.

Foto: Reprodução/Premiere

Quando o time perdia a posse de bola no ataque, Anselmo era o primeiro a dar combate e realizar o perde-pressiona. Fechando as linhas de passes do portador da bola, diminuindo o tempo de tomada de decisão e induzindo-o a errar o passe ou a realizar uma jogada que fará com que o time do Náutico retome a posse de bola.

Foto: Reprodução/Premiere

Na parte ofensiva, Anselmo foi importantíssimo na criação de espaços. Ora fazendo o pivô, ora atuando pelos lados de campo. Quando saia da área, o centroavante desajustava a organização defensiva da Patativa e permitia que outros jogadores infiltrassem na grande área. Na imagem, observamos que Anselmo atrai a atenção de 4 jogadores, abrindo espaços para as projeções de Jefferson Renan e de Igor Neves. E a inteligência tática de Anselmo não se limitava a ações com bola. Quando estava sem, o jogador realizava movimentos atraindo a marcação para que outros jogadores atacassem os espaços deixado por ele.  

Foto: Reprodução/PremiereFC

Em seis partidas pelo Timbu, o atacante marcou 5 vezes e
 mostrou que além de um faro de gol apurado, detém uma leitura de jogo aguçada. Fatores que podem ser fundamentais na luta do Clube Náutico Capibaribe pelo título do Campeonato Pernambucano. 

Para Milton, Náutico não terá problemas para furar ferrolho dos times adversários

quarta-feira, 5 de abril de 2017 0 comentários

Foto: Marlon Costa/ Pernambuco Press

Sob o comando de Milton Cruz, o Náutico mostrou certa dificuldade em propor o jogo quando enfrentou adversários que realizam um jogo reativo, fecham os espaços e realizam pressão baixa (atrás da linha de meio-campo). Foi assim na derrota para o Salgueiro (fora de casa) e nos empates em casa contra Campinense e Belo Jardim. 

"Contra o Salgueiro nós sentimos dificuldades, também tivemos desfalques e alguns jogadores importantes não atuaram. E aqui o time veio fechado (Belo Jardim), estavámos em cima após o gol, mas cometemos algumas falhas em sequência e tomamos o gol de empate", pontuou Milton Cruz.

Mesmo com essa aparente dificuldade contra adversários mais fechados, o treinador alvirrubro acredita ter jogadores com função e qualidade suficiente para reverter esse tipo de situação que é comum dentro de uma partida.

"A gente tem que saber furar a retranca. E no elenco temos jogadores com características de quebrar linhas, realizar jogadas individuais... O Erick é um deles, temos o Jefferson Nem e o próprio Giva que tem uma mudança de direção interessante, podem nos dar este suporte quando o momento do jogo pedir", explicou.

Sistema Tático: Raio-x do Danúbio-URU, adversário do Sport na Sul-Americana

terça-feira, 4 de abril de 2017 0 comentários


Foto: Reprodução/Danúbio F.C

Primeiro adversário do Sport na luta pelo tão sonhado título internacional, o Danúbio é uma equipe de tradição no futebol uruguaio e sul-americano. Em seu território já conquistou 4 títulos nacionais, o último na temporada 2013/2014. Chegou à semi-final da Copa Libertadores de 1989, sendo eliminado pelo Atlético Nacional, time que viria a ser o campeão daquele ano. Apesar das glórias, a temporada não começou bem para o "Dilúvio", nas 5 primeiras rodadas do Torneio Apertura, apenas dois pontos somados, lanterna da competição e a demissão do técnico Pablo Rodríguez. 

Com a chegada do novo técnico, Gastón Machado, o Danúbio conseguiu sair da última colocação. Em três partidas a equipe conquistou uma vitória e dois empates. Com menos de um mês de trabalho à frente do time uruguaio, Gastón ainda não conseguiu dar um padrão tático ao time. Entretanto já escolheu um modelo de jogo que melhor se encaixa às características dos jogadores: o jogo reativo. O jogo reativo tem como princípios e ideias a negação a posse de bola por escolher ter o controle dos espaços e em consequência apostar na velocidade, com passes verticais que permitam estar na área adversária em três, quatro ou cinco toques na bola.




Defensivamente a equipe treinada pelo Gastón ainda se mostra muito instável e desequilibrada. No seu comando o "Dilúvio" marcou 4 gols e sofreu 3, o que evidencia o desequilíbrio entre os setores defensivos e ofensivos. O time ainda não assimilou os sincronismo dos movimentos e não os executa com fidedignidade. O Danúbio se defende no 4-4-2 com encaixe individual, o que permite um desajustamento mais fácil do sistema defensivo.




Jogando fora de casa o Danúbio explora bastante as jogadas pelas laterais do campo e o 1x1 do atacante Gravi. Um jogador forte, veloz e que tem uma boa inteligência de jogo. Além de Gravi, Oliveira (Centro-avante) e Ardaiz (atacante) acompanham a jogada. Oliveira realiza a infiltração e atrai dois marcadores, deixando Ardaiz (que está gerando amplitude) livre para receber a bola na segunda trave. 



Confira no vídeo abaixo mais alguns lances e observações do jogo envolvendo o time do Danúbio pelo Torneio Apertura. 


Com novidade, Sport divulga lista de jogadores para SulamericanaFoF

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Eliminar o primeiro adversário estrangeiro em uma Sulamericana. Esse será o objetivo do Sport, quinta-feira, partida de ida contra o Danúbio-URU, 19h15 na Ilha do Retiro. Depois da grande classificação do Sport em cima do Campinense no último domingo, o rubro-negro começa de ânimo renovado a disputa do Copa Sulamericana, competição que vem disputando desde 2013.

E na lista de jogadores relacionados uma novidade, o lateral esquerdo Mansur não consta na lista e está de fora da competição internacional, e está praticamente fora do Sport. O lateral que é vinculado ao Atlético Mineiro e está emprestado para o Sport até o dia 15 de maio, não vem fazendo boas partidas na temporada. Mansur conseguiu a titularidade com a saída de Renê para o Flamengo, entretanto o fraco futebol apresentado, fez com que a torcida perdesse a paciência com o jogador e voltou a perder espaço com a contratação do Mena. Voltou a ter espaço com a convocação do lateral chileno para a sua seleção e depois com sua contusão e pelo visto continuou sem agradar tanto a torcida, quanto diretores e comissão técnica, que no ultimo jogo, foi sequer relacionado para a decisão contra o Campinense. Dando oportunidade a Evandro que fez boa partida, que foi o escolhido para ocupar a vaga do lateral na lista de jogadores relacionados para a Copa Sulamericana. Outra curiosidade é o meio Diego Souza, que usará a camisa 10, já que a competição exige numeração fixa dos jogadores com números do 1 ao 30.

Foto: Divulgação Sport

Santa Cruz joga contra Belo Jardim nesta quarta

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                               Rodada Dupla na Arena Pernambuco

O Tricolor jogará na Arena Pernambuco contra o Calango do sertão,mas com o mando de campo a favor do Belo Jardim, mesmo assim a torcida do Santa Cruz deve comparecer ao jogo,porém será uma rodada dupla o Naútico recebe o Central as 19;30 na Arena, logo em seguida os corais jogam, sim essa ideia estranha é da Federação Pernambucana.
O Técnico Vinícius Eutrópio deve mandar a equipe reserva para a prtida,poupando os titulares da maratona de jogos.

Marllon Costa - Perambuco Press 

 
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