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| Foto: Ricardo Fernandes /DP/D.A Press |
O amante de futebol ou o telespectador mais atento já deve ter ouvido a celebre frase do narrador da Rede Globo, Galvão Bueno: "Ganhar é bom, mas ganhar da Argentina é muito melhor". Para tentar explicar e dar uma dimensão da importância que a vitória de ontem, no Clássico dos Clássicos, diante do Sport, na Arena Pernambuco teve e tem para o torcedor do Náutico, o bordão criado e tantas vezes repetidos por Galvão cai como uma luva. Precisando apenas de uma leve adaptação:"Ganhar é bom, mas ganhar do Sport é muito melhor".
Nesta segunda-feira, um sentimento tomou conta dos mais jovens - que ainda não entendem o que se passa dentro do campo - e dos "cabeças brancas", que são mais experientes e já vivenciaram de tudo, desde o doce sabor das vitórias, até o gosto amargo das derrotas tão característico do futebol: o orgulho. Em uma breve caminhada pelas ruas do centro do Recife e bairros adjacentes, não era incomum ver várias pessoas com a camisa do Náutico, comprovando a veracidade do bordão adaptado de Galvão. Era visível e notório a alegria e o orgulho com que os torcedores vestiam a camisa alvirrubra e saíam às ruas com destino ao trabalho, escola, universidade ou até mesmo um simples passeio.
A torcida que estava ressabiada, triste e adormecida, devido a escassez de títulos e ao tabu de dois anos sem vencer o arquirrival - 3 vitórias rubro-negras e 1 empate. Acordou e voltou a sorrir, falta apenas comparecer a Arena Pernambuco para apoiar e incentivar o time. E uma vitória no domingo, contra o Santa Cruz pela Copa do Nordeste, pode significar a consolidação da remontada alvirrubra.
O orgulho, voltou!








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