"Eu não estou me candidatando a presidência para rivalizar com Santa Cruz e Náutico, quero administrar o Sport para me colocar de igual com o Flamengo, Corinthians" falava em campanha a presidência Arnaldo Barros, enaltecendo os 40 títulos pernambucanos, do qual participou indiretamente de apenas um deles. Outra declaração foi a de que colocaria o Sub-20 no campeonato pernambucano pelo mesmo se tratar de um campeonato de pouca importância, e por uma coincidência do destino, o título do estadual pode ser o alento desse primeiro semestre, que está longe pelo próprio discurso do presidente, de salvar o semestre visto que para o mandatário leonino, tratas-se de um campeonato irrelevante. Fora de campo o clube não deixa a desejar a bastante tempo sem atrasar salários, campanhas de sócio, o desenvolvimento do CT, no entanto o bom planejamento fora de campo, não significa que o planejamento dentro de campo vem dando resultados, muito menos justifica o fato por exemplo de ter conseguido apenas dois títulos nos últimos 7 anos, e nas competições internacionais, fazendo péssimas atuações sem nunca ter passado de segunda fase da Copa Sulamericana. Este ano o discurso ambicioso de Arnaldo Barros de bater de frente com os times de primeira linha até agora não se viu. Nas duas decisões do time rubro-negro contra times da série A acabaram em derrotas, na Copa do Brasil para o Botafogo com um jogador a mais e a própria perda do título para o Bahia, mostra como a equipe não alcançou o patamar pretendido pelo presidente. Enumeramos quatro erros cruciais que fizeram desse primeiro semestre, não sair do modo que era esperado.
- Não é o forte dessa diretoria admitir erros, as reclamações por conta de arbitragem sempre ganham holofotes maiores que necessários, tornasse difícil a melhora por parte da gestão, quando não se consegue admitir erros. A final contra o Bahia, embora houve expulsão injusta do atacante Rogério, o time não foi merecedor do título deixando a desejar inclusive em outras decisões contra times mais fracos, como Joinville, Campinense e Danúbio-URU.
- Fora das quatro linhas, com apenas cinco meses, o Sport já parte para o terceiro técnico no ano, situação pior que a vivenciada ano passado por exemplo, quando se tinha um elenco notadamente mais fraco essa altura o Sport encaminhava para o segundo treinador na temporada de 2016, no caso o Osvaldo de Oliveira.
- Novamente com a maior cota da história do clube, o clube mostrou falta de critério nas contratações investiu muito dinheiro em poucos jogadores, além de não ter conseguido achar durante pelo menos cinco meses um jogador que pudesse fazer a posição de meia centralizado, que atualmente conta apenas com o jogador Diego Souza que vem sendo utilizado em outra posição, além disso se viu obrigado a subir vários jogadores da base, que acabaram oscilando devido o elenco reduzido do time do Sport, queimando alguns jogadores da base, que tiveram etapas queimadas, de irem entrando aos poucos.
- Falta de planejamento no que tange a prioridades de competições, o elenco jogou boa parte das cinco competições com o time titular, ocasionando várias lesões em quase todos os jogadores do elenco. Decisão que cabia diretoria, juntamente com comissão técnica definir, o que acabou não sendo posto em questão.
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| Foto: Peu Ricardo/DP |








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